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O Bar (conto 4/4)

 

Acorda.
Deixe-me querido. Não quero mais carinhos, afagos ou o teu telefone. Te escolhi pelo olhar voraz, pelo agora que me satisfaz, mais nada quero de ti. Dê o fora de mim. Se te usei, usando-me junto, tornamo-nos cúmplices do sexo imundo e parceiros de jogos carnais. Foi sexo, foi gozo, teu membro em mim. Oralmente, na vagina, foi tesão o que senti e o orgasmo foi o pecado que cometi.

E foi o fim.

Agora, ouça-me, dê o fora de mim.

Shakti


3 Responses to “O Bar (conto 4/4)”


  1. 1 Menina Misteriosa
    January 20, 2011 at 2:01 pm

    Sensibilidade à flor da pele, ainda que fria.

    Um beijo

  2. 2 Ju
    March 14, 2011 at 2:38 pm

    Uia.. Parece frio, mas por trás, sempre tem algo escondido, sentido, ressentido. (sem duplos sentidos! hahaha)

    Beijos, Ju


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“Falando absurdos, Virando a noite, Perdendo o senso, Derretendo satélites. Falando tudo, Voando a noite, Ouvindo estrelas…”

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